terça-feira, agosto 2

Pastor tem asilo concedido, mas é impedido de sair do país.


Um pastor cubano que foi preso e, em seguida, teve asilo político concedido nos EUA, teve negada a sua permissão para sair de Cuba. 

Omar Gude Pérez teve a sentença de liberdade condicional declarada no início deste ano, depois de cumprir três anos de prisão. Ele é um pastor protestante que recebeu permissão para asilo político nos EUA.Como Pérez é líder de uma crescente rede de igrejas independentes em Cuba, ele foi condenado durante um julgamento, sob falsas acusações de “falsificação de documentos”, com base nas acusações de que havia tomado ilegalmente o sobrenome de seu padrasto.No entanto, ao determinar as condições de sua libertação, os registros oficiais revelam que o sobrenome legal de Pérez é exatamente Gude Pérez, contrariando a decisão judicial que levou à sua condenação.Pérez, que foi preso em 2008, recebeu a notícia de sua família de que teve o pedido de asilo concedido em 18 de julho. Mas, dois dias depois, um funcionário da emigração cubana em Camguey informou-lhe que não seria emitido o visto de saída, alegando que ele ainda precisa terminar de cumprir sua sentença, forçando-o a permanecer em Cuba até 2014. Durante esse tempo, como parte dos termos de sua liberdade condicional, Pérez está proibido de exercer qualquer atividade pastoral, enquanto seus movimentos são severamente restringidos.“Ficamos aliviados quando soubemos que a família de Gude teve o pedido de asilo concedido, mas condenamos veementemente a decisão mesquinha do governo cubano de negar ao pastor Gude e sua família o direito de deixar o país”, disse Andrew Johnston da CSW.“Sua decisão de deixar o país foi relutante, mesmo depois de anos de perseguição por parte das autoridades. O governo deve conceder-lhe esse mesmo direito que concedeu a tantos outros, permitindo-lhes asilo em outros países”, completou Johnston.

Tradução: Lucas Gregório 
Fonte: Worthy Christian News
Portas Abertas

Pastor do Irã ainda aguarda decisão sobre sua execução

Um pastor no Irã, considerado culpado de abandonar o Islã, aguarda o resultado de uma investigação judicial sobre sua experiência espiritual para ver se será executado ou, se possível, forçado a se tornar muçulmano. 

A investigação judicial tem como objetivo verificar se o pastor Yousef Nadarkhani, 34 anos, era muçulmano quando adolescente, antes de se tornar cristão, aos 19 anos.Em 22 de setembro de 2010, um tribunal regional condenou Nadarkhani, que lidera um movimento de igrejas domésticas em Rasht, à morte por enforcamento, por se converter ao cristianismo e encorajar muçulmanos a se converter ao cristianismo. O advogado do pastor recorreu da sentença, afirmando que o pastor nunca foi muçulmano.O tribunal emitiu uma resposta escrita ao recurso e manteve a pena de morte, mas ordenou que houvesse uma investigação sobre o assunto. Mesmo que o tribunal o libere da acusação de apostasia, é provável que exista uma grande punição pela evangelização, disseram as fontes.Pessoas familiarizadas com o caso de Nadarkhani disseram que as condições do encarceramento têm sido muito variáveis e somente familiares e seus advogados podem visitá-lo. Segundo fontes, as autoridades da prisão onde o pastor está preso o pressionam para que se converta ao islamismo, inclusive ameaçando sequestrar sua família.Nadarkhani teve desentendimentos com autoridades iranianas antes. Em dezembro de 2006, ele foi preso com acusações relacionadas à apostasia e ficou detido por duas semanas.Ninguém sabe como os funcionários conduzirão as investigações sobre as crenças espirituais de Nadarkhani, pois não conseguirão falar com seus pais, que já são falecidos.

Tradução: Lucas Gregório 
Fonte: Compass Direct
Portas Abertas